Estas são algumas peças da campanha que estamos fazendo ap longo deste mês de março para a Prefeitura de Rio Grande. Campanha online e offline. Rádio, TV, portais da internet, redes sociais. Curte aí:
segunda-feira, 1 de março de 2021
quarta-feira, 20 de janeiro de 2021
TENDÊNCIAS DO MARKETING PÓS-PANDEMIA
Nos últimos meses, estamos assistindo diariamente mudanças no marketing. Há poucos dias, por exemplo, ocorreu algo que antes parecia impensável. As Big Techs baniram Donald Trump e seus principais seguidores de suas redes.
Junto destas novidades, temos os processos que já vinham se acumulando e a pandemia acelerou. O digital e as redes estão transformando radicalmente o mundo, tornando-o global, online, explosivo, surpreendente. Novos hábitos vieram para ficar, novas formas de sociabilidade, de trabalho, de contato. Novas maneiras de comunicar e fazer publicidade. Novas maneiras de ver e viver o mundo.
Tudo está mudando ao mesmo tempo na montanha-russa dos acontecimentos. Neste artigo, elencamos algumas tendências para 2021. Nosso objetivo é tentar ampliar nosso entendimento do mundo que temos nas mãos.
Mistura do físico e do digital
Uma tendência irreversível é a integração da loja física com a digital, da ação direta com a realizada nas redes. Com a pandemia, cresceu enormemente o comércio digital, mas não só isso. Cresceu também a mistura do digital com o real. Vendedores começaram a fazer lives de dentro das lojas, apresentando os produtos. Consumidores em suas pesquisas já não sabem mais quando estão olhando um catálogo ou estão dentro da própria loja física, conversando com um chatbot ou com um vendedor de carne e osso.
Essa mistura do digital e do físico vem se realizando em todas as dimensões da vida. Do app de namoro às campanhas eleitorais, onde as mais bem-sucedidas foram as que integraram de forma inteligente as campanhas presenciais com a propaganda e interação nas redes sociais.
A monetização se impõe
Norte-americanos são especialistas em trabalhar com amostras grátis. Quem já viu filmes de bang-bang certamente se lembra de ver os caixeiros viajantes carregando maletas enormes cheias de amostras de algum produto. Estes profissionais nunca foram importantes na luta entre os mocinhos e os bandidos, mas sem eles não teria sido construído o mercado de consumo de massas nos EUA.
As redes lançaram-se apoiadas numa política de amostra grátis. O Google nos deu um e-mail e um sistema de busca grátis, o Facebook nos deu um perfil, um espaço para nos manifestarmos do modo que quiséssemos, o YouTube nos deu um canal de vídeos e até ensina a como ganhar dinheiro com eles… Mas este tempo acabou.
É chegada a hora do social ads e do marketing digital pago. Neste mês de janeiro, até o Telegram anunciou o início do processo de monetização do mensageiro russo. O Telegram é um dos poucos aplicativos que ainda é grátis.
Isso já existia antes da COVID-19, mas agora é regra. No mundo pós-pandemia, quem quiser se comunicar nas redes vai ter de pagar. Há cinco ou dez anos, você postava alguma coisa no Facebook, no YouTube ou no Twitter e praticamente 100% dos seus amigos ou seguidores ficavam sabendo daquela postagem. A comunicação era fácil e praticamente grátis.
Agora, que estas redes já têm todas as informações que precisavam sobre nós, tudo isto está rapidamente se tornando passado. O Facebook distribui uma mensagem para não mais do que 6% dos seus curtidores. Quer atingir mais gente, tem de pagar. Mesmo os perfis pessoais sofrem este tipo de restrição. Os algoritmos privilegiam as fofocas, os assuntos pueris, as fotos de gatinhos e restringem assuntos “sérios”, como temas políticos e outros.
Por isso, uma regra irreversível da pós-pandemia é o marketing digital e o social-ads, ou seja, a publicidade paga na internet e nas redes sociais.
O aprendizado dos algoritmos
Uma das consequências da humanidade ter ampliado o número de horas que passou em frente à tela de um computador ou celular em 2020, é a sua alfabetização em relação aos algoritmos. Esta é uma tendência ainda em construção, mas ela já se apresenta em diversos setores. As pessoas começaram a se dar conta de que quando fazem uma pesquisa na rede, logo em seguida aparece alguma propaganda relativa ao tema pesquisado, ou quando um tema, como armamento por exemplo, ganha espaço, logo aparecem filmes de tiro ao alvo e afins nas suas timelines.
Ou seja, as pessoas reais começaram a entender como funcionam os algoritmos das redes e muitas começaram a interagir com essa “inteligência artificial”. Pensemos no que foi o rádio e a TV. Nos seus primórdios, a relação das pessoas com estes meios era de puro encantamento. Com os anos, as pessoas construíram um senso crítico e passaram a não acreditar em tudo o que viam ou ouviam. O mesmo está em curso agora, com o digital.
Cerco às fakenews
Não sou dos que veem o banimento da ultradireita das redes como uma reação ao autoritarismo. As Big Techs apoiaram Trump em 2016. O Facebook chegou a colocar funcionários seus, especialistas em algoritmos e no direcionamento de mensagens, para trabalhar na campanha do homem laranja. Todas as redes incentivaram e potencializaram a imensa campanha de mentiras e ódio desencadeada em nível mundial, levando ao Brexit, à eleição de Trump em 2016 e de Bolsonaro em 2018. E ganharam muito dinheiro com isso.
Antes de ser política, a decisão ocorre por um motivo econômico. Esta atitude trará profundas alterações na política mundial, mas não só nela. Iniciativas como o Sleeping Giants e outras vêm retirando fortunas dos cofres do Google, Facebook, Youtube, Twitter etc. Trump, com seu marketing de ódio e fakenews, estava dando prejuízo, fazendo mal aos negócios. Continuar apoiando a ultradireita vinha se tornando inviável e economicamente prejudicial às empresas.
A maior mudança de marketing para 2021 é o cerco às fakenews e às mensagens de ódio. Esta alteração trará profundas consequências para todos que atuam nas redes. Para as marcas, para as empresas, para os órgãos de comunicação, para os formadores de opinião, influenciadores e celebridades. Especialmente os políticos serão vigiados daqui para a frente a este respeito, e precisarão desenvolver um cuidado redobrado em sua atuação digital.
Publicidade sustentável
Além do cerco às políticas de promoção do ódio e disseminação de mentiras, é bastante provável que esta tendência se desdobre em combate também ao negacionismo, aos centros de disseminação de teorias da conspiração e negação do aquecimento global. Aliás, uma das tendências de 2021 (que já vinha se manifestando antes da pandemia ) é a adoção de uma linha de publicidade sustentável pelas grandes marcas.
Consumidores de todo o planeta começaram a olhar quem investe em publicidade em blogs e portais que apoiam as queimadas no Brasil, por exemplo, e a recusar estas marcas. O compromisso com o desenvolvimento sustentável passou a ser tão importante quanto o combate à exploração do trabalho infantil.
Marcas, empresas, governos e políticos que não apresentam este compromisso têm perdido espaço ano a ano. A pandemia veio acelerar esta tendência e ela se tornou incontornável.
Pautas sociais e identitárias
Para o marketing, em especial nas redes sociais, onde é possível realizar o microtargeting com grande grau de assertividade, tem importância crescente a integração com as pautas sociais e identitárias. Questões de gênero, raciais, étnicas, sexuais etc precisam da atenção do marketing que queira dialogar com estes nichos ou, pelo menos, não ser rechaçado por eles.
As questões sociais também constituem uma tendência do próximo período. Temas como saúde, educação, segurança e direitos humanos, por exemplo, dependendo da mensagem principal que se queira transmitir, são essenciais na construção de uma estratégia de marketing.
A explosão dos formatos
Conteúdo nas redes daqui para frente é tudo. E como o digital é totalmente maleável, todos os formatos estão explodindo e se integrando. Forma e conteúdo. Entretenimento e publicidade. Relacionamento e serviços. Informação e propaganda.
As fronteiras antes bastante delimitadas, agora quase não existem. Até algum tempo atrás, ao vermos um filme ou um noticiário até podíamos estar sendo alvo de uma ação publicitária oculta, mas a regra era limitar o filme ao entretenimento e o noticiário à informação e vendê-los como tal. Agora essas fronteiras não existem mais. Tudo é conteúdo e tudo é propaganda ao mesmo tempo, e os formatos existem somente como suporte da comunicação e dos objetivos de marketing.
Textos, filmes, podcasts, lives, tuítes, tiktoks… Se antes, ao explicar o fenômeno da TV, Marshall McLuhan cunhou a frase de que o meio era a mensagem, agora podemos dizer que a rede é a mensagem. E para estar presente na vida das pessoas, dependendo do objetivo de marketing, é preciso estar em todas as redes, usando todos os formatos, trabalhando todos os conteúdos. Foco, maleabilidade, múltiplos formatos. Só assim, você vai atingir as metas.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2020
VERAZ FAZ 24 ANOS E SEGUE EM FRENTE!
PORQUE A VERAZ É UMA AGÊNCIA COM UM GRANDE FUTURO
Estamos chegando ao final de mais um ano. A esta altura, a Veraz já completou 24 anos de funcionamento ininterrupto. Passamos por diversos momentos, conjunturas políticas e econômicas, mas sempre soubemos garantir, em meio às tempestades, a continuidade do nosso projeto. Já dá prá dizer inclusive que sobreviveremos à pandemia, espero que sem grandes percalços nem perdas.
A pandemia trouxe uma experiência nova, que praticamos com radicalidade. Estamos desde o dia 16 de março atendendo online nossos clientes. Tivemos muito poucas reuniões presenciais neste período. Fizemos até uma campanha sindical no Pará (e fomos vitoriosos), sem nunca termos ido lá fisicamente. Nós aprendemos e o mercado aprendeu com a pandemia. E isto abre para nós um leque de possibilidades no país que antes parecia inatingível.
O FUTURO
Estou convencido de que a Veraz é uma agência que tem um grande futuro pela frente. Já somos e podemos nos tornar uma referência ainda maior no próximo período. Porque o próximo período precisa de iniciativas como a Veraz.
A Veraz na sua origem era um projeto visto com desconfiança inclusive pelos meus amigos. Achavam que estava destinado ao fracasso. Imaginem: um fundador do PT criando uma empresa de propaganda e marketing… Não podia dar certo. Já o “mercado” nos olhava com hostilidade, nos via como uma operação política. Além de tudo isso, eu não tinha nenhuma experiência empresarial e menos ainda na publicidade. Eu era um jornalista principiante lutando pela sobrevivência, que tinha ficado oito anos fora do mercado, quando fundei a Veraz.
Quando resolvi fundar a Veraz eu tinha pouca informação do mercado publicitário. O projeto original da Veraz não era ser uma agência de propaganda, publicidade, comunicação e marketing como é hoje. A ideia era construir uma empresa editorial e de consultoria: Veraz Comunicações Editores e Consultores Ltda foi o nome original.
De lá pra cá o mercado mudou profundamente. O mundo mudou. A Veraz também. Aliás, são muito poucas as empresas capazes de acompanhar as mudanças do seu tempo o tempo todo. Felizmente, esse é o caso da Veraz. Temos nos reinventado ano a ano. O tempo todo.
O CENÁRIO ATUAL
Há 24 anos, ninguém imaginava o mundo como ele é hoje. Ninguém. Em nenhum aspecto. Mas algumas iniciativas fugiam do “normal” e mostravam vigor. No início da Veraz, quando me convenci que o futuro da agência estava na propaganda e não no terreno editorial, conheci o CENP e entendi o seu enorme potencial.
O Rio Grande do Sul hoje tem cerca de 800 agências registradas na Junta Comercial do Estado. O CENP já teve mais de 200 agências gaúchas com certificado de qualidade fornecido pelo órgão. Hoje, apenas 57 são certificadas, e destas as maiores estão nos grupos 03, 04 e 05 do CENP. Pela minha percepção, as grandes do RS hoje seriam 10 agências. As médias estão nos grupos 06 e 07, um total também de 10 agências. As pequenas estão no grupo 08, um total de 37. (Ver a evolução dos últimos meses no rodapé).
A Veraz está hoje no grupo 07 do CENP. Até ano passado estávamos no grupo 05, mas o CENP mudou os critérios de classificação. Com a mudança, praticamente todas as agências foram para grupos abaixo do que estavam antes. Agora, por exemplo, não temos mais nenhuma agência nos grupos 01 e 02 no RS. E antes, quando os critérios eram mais abrangentes, tínhamos.
Se formos olhar o cenário global, os grupos 01 e 02 do CENP reúnem as agências multinacionais que detêm as grandes contas que atuam no mercado nacional.
Estarmos no grupo 07 significa que estamos entre as 20 maiores agências do Rio Grande do Sul. Possivelmente em torno do 15º lugar.
Na nossa re-certificação recente, por pouco não nos classificamos no grupo 06. É que 2018 foi um ano particularmente ruim em termos de mídia - principal critério agora na classificação do CENP. Para subirmos no ranking é só retomarmos um volume de investimento em mídia que já tivemos há alguns anos. Não precisamos nem crescer.
As 57 agências certificadas tem um enorme mercado para atender. A publicidade e a propaganda são cada vez mais necessárias no setor público, nos sindicatos, nos Conselhos etc. E a legislação brasileira obriga que os entes públicos façam sua publicidade por meio de uma agência. São 58 agências certificadas para atender quase 500 municípios, mais de 40 Conselhos, dezenas de sindicatos… Isso só no Rio Grande do Sul. E também um setor privado que precisa cada vez mais fazer a sua comunicação funcionar.
O MERCADO PRECISA DE NÓS
Quando chove, pare de vender guloseimas e vá vender guarda-chuvas. Este é um conselho clássico de marketing que praticamente todos adotam. A Veraz ficou durante muitos anos vendendo guloseimas enquanto a concorrência ganhava dinheiro vendendo guarda-chuvas. Quase sempre andamos na contramão das tendências. Mas hoje, quando as marcas precisam de proteção e ampliação, quando elas precisam dos vendedores de guloseimas, os especialistas somos nós.
Os resultados que obtivemos junto de nossos clientes ao longo deste ano comprovam isso. Realizamos campanhas importantes e atingimos as metas estabelecidas. Fazer a comunicação de nossos clientes funcionar. É isso que vai nos fazer uma grande agência nos próximos anos.
Vamos em frente!
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Quadro evolutivo da Certificação de Qualidade pelo CENP no RS
RS g3 - 1 g4- 6 g5 - 4 g6 - 2 g7 - 8 g8 - 38 total 59 outubro 2020
RS g3 - 1 g4- 5 g5 - 5 g6 - 2 g7 - 7 g8 - 38 total 58 novembro 2020
RS g3 - 1 g4 -4 g5 - 5 g6 - 2 g7 - 8 g8 - 37 total 57 dezembro 2020
domingo, 12 de julho de 2020
LIÇÕES DE MARKETING DE BARACK OBAMA QUE VIERAM PARA FICAR
Obama ganhou por causa da internet?
O apoio do Vale do Silício a Obama teria se dado em função disso?
A arrecadação da campanha veio daí?
As campanhas no Brasil nunca foram interativas. Não é um sonho querer fazer isso?
E a questão do celular? Obama também usou muito o celular...
quinta-feira, 18 de junho de 2020
O que aprendemos em três meses de home office na Veraz
Passados já mais de três meses com a agência em regime de quarentena, desenvolvemos algumas experiências positivas que podem ser úteis para todos. Estamos trabalhando para sistematizar um novo modo de funcionamento e organização do trabalho para a agência. Até agora acreditamos estar indo bem. Nossos clientes têm se mostrado satisfeitos com nossa performance AD.
Não somos uma grande empresa, mas os problemas que estamos enfrentando não parecem ser diferentes dos que todos estão tendo. Para dividir nossas “façanhas” (mania de gaúcho) reunimos aqui alguns cuidados básicos que é preciso ter para organizar um bom home office.
1) LOCAL / Definir um local da casa que seja adequado e o mais distante possível da dinâmica do restante da casa é essencial.
2) MESA E CADEIRA / Ter uma cadeira ergonômica e uma boa mesa é essencial. Não é porque você está em casa que pode usar a mesa da cozinha pra trabalhar.
3) MÚSICA / Se você gosta, e se é possível ter um som ambiente, é importante ter um bom alto-falante. Se não, um bom fone de ouvido é fundamental.
4) LUZ / Precisa olhar o tema da luz, garantir uma luz suave, que não exija demasiado dos olhos. Uma lâmpada de mesa pode ser necessária.
5) ASSISTENTE / Usar a tecnologia a favor é uma boa medida. O Google Assistente ou outra ferramenta pode ajudar muito a organizar as tarefas, registrar etc. Tem várias soluções básicas grátis.
6) EXERCÍCIOS / Fazer pilates ou yoga para quem trabalha em casa é essencial. E se você tem um cachorro, faça uma boa caminhada pelo menos uma vez ao dia com ele. Mas também compre um tatame ou um tapete de yoga. Se não quiser gastar, dá pra improvisar com um cobertor velho e catar tutoriais grátis de yoga e pilates no Youtube.
7) MURAL / Para fazer brain storms solitários você vai precisar de post its e um mural. Essencial também para não esquecer aquelas tarefas que a gente sempre esquece.
8) NATUREZA / Tenha plantas no seu home office. Elas ajudam a lembrar como a vida é importante.
9) CONEXÃO / Tenha uma boa banda de internet e um wirelles potente. Você não pode ser atrapalhado/a pela instabilidade do sinal.
10) MÁQUINA / O seu computador precisa ser bom e estar em dia. Nunca esqueça que o computador é uma máquina que precisa de manutenção, limpeza etc.
11) MONITOR / Seu monitor deve ser adequado às suas tarefas.
12) WEBCAM / Até agora as webcams eram subutilizadas. Daqui pra frente as reuniões virtuais (com a equipe, com clientes, com fornecedores etc) serão rotina.
13) CENÁRIO / Pense que o seu local de trabalho em sua casa não é um local privado. Ele é um local público, um local de trabalho, no qual você vai cada vez mais receber pessoas. Portanto, deve ser decorado como tal.








