quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Google analisa comportamento mobile dos brasileiros

Se há poucos anos as pessoas navegavam na internet, hoje elas mergulham fundo e já conseguem até respirar por baixo deste gigantesco mar de informação. Pelo menos foi isso que concluiu o estudo Micro-Momentos, realizado pelo Google e apresentado nesta terça-feira (25).

Fábio Coelho, presidente do Google Brasil, ressalta que grande parte das empresas se preocupa apenas com sua imagem física, esquecendo-se da virtual – especialmente da mobile. “Ainda há muito a melhorar. É comum contratar arquitetos especializados em pontos de venda e deixar a interface dos sites para estagiários”, compara.

A pesquisa mostrou que, apenas no último ano, o acesso à rede por smartphones cresceu espantosos 112%. O levantamento buscou mapear os momentos em que os internautas recorrem à internet atrás de serviços e informações para criar ferramentas que auxiliem as empresas a oferecer resultados eficientes.

Engana-se quem pensa que o acesso por smartphones se limita à checagem de e-mails ou de redes sociais. Na mesma pesquisa, descobriu-se que as compras pelos aparelhos cresceram em 74% nos últimos três anos. Mais de 30% dos entrevistados, inclusive, adquire seus produtos durante o expediente profissional. Entretanto, apesar do acesso crescer, a paciência dos consumidores diminui: foi registrada uma queda de 9% no tempo gasto em visitas aos sites. Ou seja: designs simples e intuitos são a principal pedida.

A pesquisa também constatou que o consumidor passou a fazer mais pesquisas na hora de comprar. Em razão da mobilidade, o consumidor pode comparar preços e produtos a distância de um clique. Dentre os entrevistados, 74% utilizam o aparelho nestes momentos.


Veja outras conclusões relevantes:






quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Netflix pode ultrapassar o faturamento de grandes emissoras



Não se sabe ao certo quantos assinantes o Netflix tem no Brasil. Alguns estimam que o número está entre 2,5 milhões, mas executivos de canais pagos podem jurar que o serviço alcança mais de 4 milhões de pessoas. Ao redor do mundo, são mais de 65 milhões de internautas que se confundem com telespectadores, ansiosos pela próxima maratona da sua série preferida.

Mas um número tem chamado a atenção de muita gente: só no Brasil, o sistema promete faturar mais de R$ 500 milhões até o fim de 2015. O valor, de acordo com o UOL, é maior que de grandes emissoras de televisão, como a Band e a RedeTV. Os mesmos executivos que projetam o serviço de forma gigantesca afirmam que o Netflix pode faturar cerca de R$ 1 bilhão, próximo do que o SBT, a segunda maior emissora aberta do Brasil, leva para a casa todo ano.

Com o rápido crescimento do Netflix – o serviço de streaming existe há apenas quatro anos no Brasil –, surge a inevitável discussão de regulamentação. Desde o começo de 2015, a Ancine (Agência Nacional do Cinema) quer estabelecer uma cota de séries e filmes produzidos no país. A negociação, entretanto, ainda não avançou. Enquanto isso, a empresa confirmou a estreia de 3%, uma série original totalmente brasileira, e que já está gerando grande expectativa nos fãs de seriados.

A falta de regulamentação específica gera reclamações entre as operadoras de televisão paga – se o Netflix fosse uma operadora, perderia, em questões de lucro, apenas para a NET e Sky. O serviço de streaming leva vantagem por não pagar ICMS, com valor estimado entre R$ 50 a 100 milhões, que não é pago pelo Netflix. A empresa também é isenta da taxa Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional), estimada em R$ 9 milhões.

A assessoria de imprensa do Netflix declarou que o serviço paga todos os impostos que lhe são devidos. Sobre a Condecine, a empresa informou que aguarda “para trabalhar com a Ancine enquanto eles discutem sobre os serviços de VOD (vídeo sobre demanda) e OTT (over the top)”. Oscar Simões, presidente da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA) também declarou que o Netflix pode vir a ser uma ameaça à TV paga se continuar desregulamentada. “Não temos nada contra o Netflix. Mas apelamos ao governo para que haja uma isonomia tributária”, acrescentou. Além do Netflix, a Ancine planeja regulamentar outros serviços OTT, como o iTunes.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

7 meses, 7 tendências

2015 já passou da metade e, em tempos de revolução tecnológica, já foi tempo suficiente para revolucionar – e muito – a cultura do marketing. A Veraz levantou sete tendências marcantes dos últimos sete meses e as apresenta aqui, para que nossos clientes fiquem de olho:



1. Design Inteligente
Seja em grandes comércios ou em pequenas empresas, a preocupação com o design de alto nível, com embalagens e site bonitos e funcionais aumenta a cada semestre. Os millenials valorizam, ainda mais, o design de um produto tanto quanto suas reverberações éticas ou questões sustentáveis.

2. Comércio do Terceiro Setor
Novos modelos não veem caridade e lucro como coisas separadas: combinam o bem social com o marketing, caindo no gosto dos consumidores cada vez mais engajados. Marcas éticas e sustentáveis ganham pontos com as novas gerações.

3. Marcas que fazem
“Fazer no lugar de falar” é a regra da vez. Desprendendo-se de discursos, as marcas deixam livre para que o público fale sobre elas nas redes sociais. Ativismo, inovação, filantropia inspira novos conteúdos e agrega valor: ao invés de falar de si, fale sobre os outros – faça com e pelo os outros.

4. Crianças Conectadas
Nos EUA, 3 entre 4 crianças de até oito anos já têm acesso a smartphones ou tablets. No Reino Unido, 93% dos pais deixam seus filhos pequenos usarem os aparelhos. O Brasil tende a seguir essa tendência, novos brinquedos e serviços, também. Neste cenário, se torna fundamental produzir sites e conteúdos que se adaptem aos novos dispositivos.

5. O “Eu” como marca
As me brands são as queridinhas dos millenals, que deixam de ser apenas consumidores para se tornarem produtores de conteúdo e, muitas vezes, marcas. Fazem curadoria de sua imagem online, monetizando-se através das redes sociais. As marcas acompanham a tendência identificando a necessidade de personalizar seus produtos

6. Nichos, mais nichos.
Acompanhando a inclinação das me brands, os consumidores buscam cada vez mais nichos, se interessando por marcas independentes e, muitas vezes, artesanais. Marcas globais desenvolvem “sub-marcas”, selos específicos para agradar determinados nichos. Exemplo disso é a Caleb's Kola, desenvolvida pela Pepsi Co, uma bebida feita de cana-de-açúcar e sementes de cola

7. A era do agora

O carpe diem influencia marcas e consumidores, valorizando a felicidade e a paz interior. Os mais jovens, apesar de viverem um cotidiano cada vez mais agnóstico, buscam por significados profundos. 

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Publicidade real, retornos reais

Nem peças, nem prêmios: o assunto mais comentado da 69a edição do Festival de Cannes foi a palestra de Amir Kassaei, CCO da DDB Worldwide. Com o título Faça isso ou morra, o discurso trazia uma ideia pertubadora: de que a publicidade está perdendo sua relevância. A inspiração para o alarde veio de um clássico anúncio assinado por Doyle Dane Bernbach, fundador da DDB, em 1969.
Kassaei foi direto ao ponto e disse que o Festival premia trabalhos que “não têm qualquer ligação com a realidade. Estamos discutindo social media, conectividade, e nada desta m** importa”. Para o CCO, a maioria das peças publicitárias conquista um grupo de “vinte e poucas pessoas” interessadas em marketing, mas não fala às pessoas reais. “Peguem a ideia mais inovadora que viram aqui nesta semana e a mostrem para alguém fora do Palais. Mostrem às pessoas reais e vão ver se essa pessoa se importa com isso.”
O CCO propõe mudanças de postura e de atitude, afirmando que publicitários precisam esquecer-se das “embalagens lustrosas e promessas vazias”. Mas essa não é nenhuma novidade – pelo menos para a Veraz. Desde sua fundação, há 18 anos, a Veraz faz a comunicação dos clientes funcionar. Sem esquecer da criatividade e da inovação, elaboramos campanhas para pessoas – não para prêmios.
Durante a palestra, Kassaei desafiou à plateia que mostre a um cidadão comum a ideia de Cannes que julgue achar melhor. A proposta é descobrir se, nas partes mais remotas da cidade, a publicidade continua fazendo sentido. “Não faz”, garante. “Estamos todos focados em falar do que vai mudar, da nova tendência, e não lembramos daquilo que nunca vai mudar. Perdemos o contato com a realidade, estamos criando coisas, premiando coisas, e nos enganando”, concluiu.
O último conselho de Kassaei para a plateia do Cannes Lions foi para não perder tempo em trabalhos irrelevantes. “Agora é o momento de fazer isso, ou morrer”, concluiu. “A razão para entrar nesta indústria não era querer ser famoso, ganhar prêmios. Era estar com pessoas fantásticas e ajudar a resolver problemas das marcas para melhorar a vida das pessoas. Precisamos recuperar a relevância, e de fato trabalhar para melhorar a vida das pessoas. Mas estamos mais cínicos e negativos. Ou reconduzimos os nossos valores e os recuperamos, ou morremos.”


Se depender disso, a Veraz continuará vivíssima por muitos e muitos anos. :)

Conheça o anúncio que inspirou Kassaei – e repense suas ideias sobre publicidade:

Tradução:

Esse anúncio é algum tipo de brincadeira?
Não. Mas poderia ser.
E exatamente neste ponto repousa uma decisão de “faça ou morra” para os negócios americanos.
Nós da publicidade, junto aos nossos clientes, temos todo o poder e toda capacidade para brincar com as pessoas. Ou, pelo menos, achamos ter.
Mas estamos errados. Não podemos enganar nenhuma pessoa em nenhum momento.
Há, de fato, uma mentalidade de doze anos neste país; toda criança de seis anos tem uma.
Nós somos uma nação de pessoas inteligentes.
E a maiorias das pessoas inteligentes ignoram a maioria das propagandas porque a maioria dessas ignora pessoas inteligentes.
Ao invés de falarmos uns com os outros.
Nós debatemos interminavelmente sobre o meio e a mensagem. Nonsense. Na publicidade, a mensagem em si é a mensagem.
Uma página em branco e uma tela em branco na televisão são a mesma coisa.
E, acima de tudo, as mensagens que colocamos naquelas páginas e naquelas telas de televisões precisam ser a verdade. Portanto, se brincarmos com a verdade, morreremos.
Agora. O outro lado da moeda.
Falar a verdade sobre um produto demanda um produto que valha a pena contar a verdade sobre ele.
Infelizmente, sobre muitos produtos não valem.
Assim, muitos produtos não fazem nada melhor. Ou nada diferente. Muitos não funcionam direito. Ou não duram. Ou simplesmente não interessam.
Se nós jogarmos esse jogo, também morreremos. Porque a propaganda só ajuda um produto ruim a fracassar mais rápido.
Nenhum burro persegue a cenoura para sempre. Ele a pega. E desiste.
Essa é uma lição para se lembrar.
A menos que nós façamos, morreremos.
A menos que nós mudemos, o maremoto da indiferença do consumidor vai socar a montanha da publicidade e de fabricação de asneiras.
Neste dia, morreremos.
Morreremos no nosso local de mercado. Nas nossas estantes. Nos nossos reluzentes pacotes de promessas vazias.
Sem estouro. Sem choro.
Mas por nossas próprias mãos habilidosas.

Doyle Dnae Bernbach INC.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Seminários do Cannes ganham transmissão via Youtube

O maior festival de criatividade do mundo chega a sua 69a edição e, acompanhando a publicidade, se renova. Os organizadores do Cannes Lions Festival anunciaram parceria com o YouTube e a agência de mídia global Mindshare para transmitir o evento ao vivo para todo o globo. Os seminários exibidos foram escolhidos após quase 20 mil votos no site da premiação.
“O Lions Live é parte fundamental do programa do festival, permitindo levar conteúdo inspirador para públicos novos e antigos em todo o mundo, alguns dos quais não terão condições de estarem presentes em Cannes”, comunicaram os organizadores do evento.
Cada sessão será mostrada ao vivo via streaming, cujo acesso é feito através da páginado Festival. Após a transmissão em tempo real, os vídeos ficarão disponíveis por meio do canal da premiação no YouTube até 12 de julho deste ano.
E tem mais: também será disponibilizado o download do official creative tool-kit, que é composto de banners e slides complementares para cada sessão ao vivo. Os promotores do evento informaram que todo o material foi aprovado para uso.

Tantos os vídeos quanto o material de apoio estão disponibilizados em inglês. Ótima chance de testar seus conhecimentos no idioma e, de quebrar, desenvolver sua criatividade. :)

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Veraz chega a Rio Grande

Porto Alegre ficou pequena para a Veraz. Expandimos nosso trabalho para Rio Grande e, aos poucos, o escritório ganha a nossa cara. Com novos profissionais e a mesma competência, nossa sede em Rio Grande promete fazer parte da história de muitos clientes.

A matriz da Veraz Comunicação continua em Porto Alegre. Juntos, vamos longe. ;)





quarta-feira, 3 de junho de 2015

Novas funcionalidades expandem a publicidade no Instagram


Um ano e meio depois de permitir publicidade na sua timeline, o Instagram começa a despontar como uma importante fonte de negócios.

Até o final deste ano, a plataforma deverá ampliar as possibilidades de interação entre a publicidade e o usuário. Também será alterado o processo de segmentação de anúncios, tornando possível selecionar o público-alvo de acordo com a localização e interesses específicos desse. Isso expandirá o serviço a empresas de todos os portes – até o momento, a segmentação é restrita a informações de idade e gênero, o que expande muito o público e, naturalmente, eleva o custo do serviço. Com o novo sistema, o Instagram usará a base de dados dos usuários do Facebook (proprietário da rede) para mapear informações de localização e interesses.

De acordo com a rede social, as 500 campanhas veiculadas no último ano apresentaram um ad recall 2,9 vezes maior do que o registrado nos anúncios tradicionais da web. O Instagram não informou as datas que as novas funcionalidades serão disponibilzadas, mas estima-se que os incrementos surjam em escala global.
Recentemente, o Instagram lançou o formato carrossel, que permite inserir mais de uma imagem ao anúncio.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Facebook lança Instant Articles, mas só para iPhones


Após meses de negociação discreta com alguns veículos de comunicação, o Facebook lançou, na última quarta-feira (20), o Instant Articles. A ferramenta hospeda conteúdo diretamente na rede social, tornando dispensável que o internauta acesse o site do veículo que produziu a reportagem. Mais uma vez, o Facebook reforça seus poderes sob a distribuição de conteúdo online.
A ferramenta garante acelerar o carregamento da matéria e de seus conteúdos multimídia, diminuindo os dados gastos ao acessar a rede pelo celular. De acordo com o gestor do produto, Michael Reckhow, os Instant Articles são abertos 10 vezes mais rápido que artigos hospedados em navegadores web.
Para tentar compensar a provável diminuição de acesso aos sites jornalísticos, a funcionalidade prevê que haja publicidade paga nos artigos, que teria suas receitas divididas entre a rede e as empresas de comunicação. O presidente e diretor executivo do The New York Times, Mark Thompson, revela que o jornal decidiu aderir à ferramenta para “explorar formas de aumentar o número de usuários de Facebook que têm contato com o Times, além de melhorar a experiência dos usuários de jornalismo”.
O Instant Articles promete, também, aumentar a interatividade na leitura. O desenvolvedor explica que, com a novidade, os órgãos de comunicação podem divulgar seus conteúdos de diferentes formas. Ao leitor, cabe dar zoom, explorar fotos de alta resolução, consultar mapas, assistir a vídeos que se reproduzem automaticamente e, claro, curtir e comentar.

Além do periódico norte-americano, o Instant Articles está sendo testado por grandes nomes: The New York Times, National Geographic, BuzzFeed, NBC, The Atlantic, The Guardian, BBC News, Spiegel e Bild. Por ora, a funcionalidade só está disponível para a versão mais recente do aplicativo do Facebook para iPhone. Veja o vídeo demonstrativo: 

Veraz Recertificada pelo CENP


A Veraz obteve mais uma vez a certificação de qualidade fornecida pelo CENP - Comitê Executivo das Normas Padrão da Propaganda no Brasil. O certificado é válido até 2020, mas agora necessita de atualização periódica online. O fornecimento do diploma, que antes era físico, agora é digital.

No Rio Grande do Sul, entre as mais de 800 agências existentes, apenas 162 possuem certificação de qualidade fornecida pelo CENP. Utilizado como condição para atender as contas públicas, o CENP vem sendo também adotado pela iniciativa privada.

A fiscalização do órgão exige que a agência tenha condições operacionais, equipe, sanidade fiscal e financeira, entre outras. Significa que, independente de seu porte, a agência possui condições técnicas e operacionais de atender os clientes.

A Veraz está no grupo 5 de agências do CENP, que reúne agências de porte médio. No RS, existe apenas 12 agências maiores que as do grupo 5.



sexta-feira, 15 de maio de 2015

Brasileiros são os maiores heavy users de rede sociais



O Brasil lidera o ranking do tempo gasto em redes sociais. Em média, os internautas navegam 21 minutos a cada visita, intervalo 60% maior do que a média mundial.
Estima-se que o brasileiro passe 25,6 horas online por mês, sendo que a maioria desse tempo se destina a redes como Facebook, Instagram e Twitter. Portais de notícias, sites de entretenimento e serviços – como o e-mail – não são mais prioridade da maioria da população com acesso à internet.

O dado é do levantamento Digital Future in Focus 2015, apresentado na terça-feira, 12 de maio, e analisa as principais tendências de consumo digital. O brasileiro sempre se mostrou mais atraído pelas redes sociais, de modo que dominou a presença de usuários ainda no já finado Orkut. O vice-presidente da ComScore da América Latina, Alex Banks, analisa que essa é uma questão cultural que dificilmente será revertida. Ou seja: estaremos cada vez mais conectados.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Seu site precisa ser Mobile Friendly





Os sites agora precisam ser Mobile Friendly. Ou seja, se não rodarem direito no celular, adeus comunicação.

No Brasil, já são maioria os que acessam a internet através de dispositivos móveis. Conforme a Pesquisa Brasileira de Mídia 2015, 73% dos que usam a internet o fazem através do celular (66%) ou tablet (7%). E os que acessam através de computador são 71% (a soma é maior que 100 por que muitos utilizam mais de uma plataforma).

As consequências destes dados são muito importantes para quem trabalha com comunicação digital. Até o ano passado, era fundamental ter um site responsivo, que se adaptasse a qualquer tipo de tela. Neste ano de 2015, isso já não é suficiente. O site precisa ser “amigo do celular”, ou seja, precisa ser criado pensando a navegação móbile em primeiro lugar.

Os princípios do design de um site feito para tela do computador e para o celular são completamente diferentes. A começar pela tela de abertura. Quem está navegando no celular em geral está sem tempo, precisa encontrar rapidamente o que está procurando. Isso exige garantir que os comandos de ação estejam na frente e no centro da tela, que os menus sejam rápidos e rasteiros e que sempre seja muito fácil voltar à página inicial. Quase sempre, o importante é garantir que o navegante móbile consiga encontrar o que quer. Isso significa, por exemplo, que se deve evitar empurrar uma promoção para a frente da tela.

Esses cuidados com o design são necessários ao longo de toda a criação do site. Não basta ter uma página de entrada boa e a pesquisa conduzir a resultados pouco relevantes ou os formulários exigirem um teclado de computador para serem preenchidos.


Do ponto de vista do desenvolvimento de uma plataforma de comunicação digital, a mudança é completa. Se antes o web designer começava a criar o site olhando para uma tela vazia de computador para só depois pensar no tablet e no celular, agora ele precisa partir do celular para depois resolver as outras plataformas. E se isso vale para a arquitetura do site, o mesmo se aplica para cada informação a ser trabalhada.   

segunda-feira, 27 de abril de 2015



Internet e eleições

Hillary Clinton muda rotinas eleitorais e reduz poder dos jornais

Por Carlos Castilho em 14/04/2015 | 9 comentários
Jornais perdem espaço na publicidade eleitoral nos Estados Unidos
Os jornais americanos acabam de perder mais uma batalha para as redes sociais, e o revés ocorreu num terreno especialmente crítico para a imprensa tradicional: a receita publicitária originada por campanhas eleitorais.
A ex-primeira dama e ex-secretária de Estado Hillary Clinton anunciou o lançamento de sua candidatura para as eleições presidenciais de 2016 em textos e imagens postadas primeiro em redes sociais virtuais como Facebook, Twitter, YouTube, Instagram e outras, na maior esnobada já feita aos jornais americanos por um aspirante à morar na Casa Branca.
Hillary Clinton - arquiivo
Hillary Clinton
A atitude de Hillary antecipou a tendência dos políticos candidatos a algum posto eletivo de buscarem um contato direto com os eleitores, deixando de lado o tradicional papel de intermediário na comunicação exercido há séculos pela imprensa.
Trata-se de uma estratégia de comunicação politica ainda pouco testada, embora o atual presidente norte-americano Barack Obama tenha sido um pioneiro no uso da internet como ferramenta eleitoral. A grande incógnita está na capacidade ou não de as redes sociais determinarem a agenda política num processo eleitoral. Até agora a imprensa, em especial os jornais e a televisão, era imbatível neste quesito.
O recurso de criar um atalho na relação com o eleitor não é apenas uma estratégia publicitária, mas cria também a possibilidade de uma redução do papel dos partidos tradicionais, já que os candidatos ficarão menos dependentes da burocracia partidária e também dos grandes financiadores de campanhas. Obama teve muito sucesso em compensar a ausência de doações milionárias, pelo varejo das minicontribuições de menos de 30 dólares. Até o surgimento da internet, as minidoações eram inviáveis pelo custo de administrar o sistema.
A nova tendência afeta também de forma considerável a posição dos jornais e telejornais em conjunturas eleitorais. Eles perdem força na hora de influenciar o eleitor e passam a ser o ambiente onde os políticos discutem entre si e protagonizam o tradicional show histriônico que garante audiências em alta na TV.
Mas os jornais não se tornarão descartáveis em matéria de campanha eleitoral se souberem aproveitar os nichos criados pela demanda de informações. O principal deles é o chamado fact checking, checagem de fatos, uma alternativa noticiosa mais ligada ao jornalismo investigativo e que tem mais afinidade com plataformas tecnológicas que privilegiem conteúdos analíticos, com é o caso do papel, ou versões digitais de publicações impressas.
O problema do fact checking é que ele sempre acaba associado a algum tipo de preferência do veículo por algum candidato. As escolhas dos temas a serem checados, os procedimentos de checagem e as conclusões dificilmente escapam da polêmica sobre posicionamento a favor ou contra algum candidato. Isto se torna especialmente crítico num ambiente em que a diversidade e complexidade informativa passam a ser um componente estrutural de campanhas eleitorais.
A corrida sucessória americana para 2016 ganha assim um atrativo capaz de compensar o progressivo desencanto dos eleitores com a disputa pela Casa Branca, um evento cuja cobertura alguns jornalistas já chegaram a comparar a uma corrida de cavalos. O interesse provavelmente virá não tanto das propostas dos candidatos, mas do seu comportamento nas redes sociais, um terreno reconhecidamente perigoso e implacável com políticos.
Estamos assistindo a uma mudança de comportamentos, rotinas e valores associados a processos eleitorais que inevitavelmente chegarão ao Brasil. É a internet e a digitalização provocando mudanças comportamentais que tendem a configurar um novo contexto social e politico. Ainda é prematuro dizer qual tendência politica, se conservadores ou progressistas, aproveitará melhor a nova conjuntura para obter benefícios eleitorais.
Hillary Clinton tenta herdar o legado de Barack Obama em matéria de uso da internet para conquistar votos e apoio financeiro para a campanha eleitoral democrata. A candidatura dela seria natimorta no sistema tradicional devido ao sólido machismo do establishment eleitoral norte-americano. Mas como a internet permitiu que Obama se tornasse o primeiro negro ocupar a Casa Branca ao capitalizar o voto das classes C,D e B, Hillary pode usar o mesmo recurso para ser a primeira mulher a ocupar o mesmo endereço.
A outra incógnita é saber como a imprensa norte-americana se comportará diante da mudança de estratégia eleitoral da ex-primeira dama norte-americana. A eleição de 2016 nos Estados Unidos não é apenas uma disputa entre candidatos e partidos. É também um dilema para a imprensa norte-americana que estará sendo acompanhado de perto pelos jornais do resto do mundo.
Fonte: Observatório da Imprensa | www.observatoriodaimprensa.com.br

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Veraz entre os aniversariantes do mês!


View My Stats

A Veraz completou 18 anos de atuação registrada no último dia 02 de abril. Hoje, comemoramos o aniversário da agência, junto com o Bóris (dia 29/03), com o André (dia 01), com a Leidiana (dia 04), com a Marília (dia 05) e com a Loniele (dia 10).





quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Sites responsivos | Tendências digitais

*Por Paulo Cezar Rosa


Esta semana aprendi umas coisas legais sobre sites responsivos. Para o pessoal do setor de tecnologia, posso estar dizendo uma enorme bobagem, mas me explicaram uma parte das vantagens de trabalhar com os sites responsivos que temos criado na Veraz.

Os sites que fazemos possuem gerenciamento conteúdo usando a interface do banco de dados com a plataforma do Wordpress. E são responsivos, ou seja, adaptam seu layout para todos os tipos de aparelhos, seja smatphones, tablets, notebooks, entre outros. Dessa forma, os botões e o texto são reformatados para a qualquer tela, possibilitando que o visitante tenha uma ótima experiência no site, independente do aparelho que estiver usando. Além disso, a navegação fica melhor, pois o site/blog carrega mais rápido e a identidade visual não é prejudicada.

A gestão de um site feito com esse CMS (Content Management System) Além de ser responsiva, também é muito mais prática, pois só é necessário fazer alterações em um único local e todas as plataformas serão atualizadas. Outro ponto importante é que as métricas ficam unificadas, podendo mensurar melhor os dados do site. Além disso, o próprio Google recomenda o design responsivo. Como tudo está em um único endereço, isso ajuda na colocação em posições melhores nas pesquisas do Google.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Planejamento de campanha de marketing nas redes sociais


Via Academia do Marketing

O planejamento de campanhas de marketing nas redes sociais é uma etapa fundamental de qualquer ação nesta área que não raramente é ignorada, principalmente por empresas que ainda não possuem uma visão muito nítida sobre esse novo universo do marketing online, e principalmente do que é na verdade ter uma presença profissional nas mídias sociais.

Quando falamos em planejamento de campanhas de marketing nas redes sociais não estamos falando de imediato em ferramentas tecnológicas e sim, em um primeiro momento, de um planejamento estratégico das ações, sem o qual se torna impossível extrair o máximo, não só das ferramentas, mas também dos recursos alocados para estas ações.


Roteiro para planejamento de campanhas de marketing nas redes sociais

Em nosso curso de redes sociais e marketing nas mídias sociais chamamos muita atenção e orientamos os participantes para essa etapa do processo, pois sem ela fica praticamente impossível gerir ações de marketing em mídias sociais, e a bem da verdade, qualquer campanha de marketing online.

Um bom roteiro inicial para o planejamento de uma campanha de marketing nas mídias sociais seria o proposto abaixo. É claro, que cada item deve ser desdobrado em um detalhamento mais específico, como mostramos em nosso treinamento, mas em linhas gerias seriam as seguinte as definições iniciais.


Definição de Metas e Objetivos de Campanha

As metas a serem alcançadas com a ação de marketing nas mídias sociais devem ser definidas prioritariamente, pois determinam o procedimento de vários outros fatores como, por exemplo, o tipo de política a ser adotada nos diversos canais e rotinas de conversão em ferramentas como o Google Analytics, por exemplo.

Avaliação dos Recursos Disponíveis
Infelizmente nem tudo são flores. Uma velha máxima da economia diz que:
As demandas tem como característica serem ilimitadas, ao passo que os recursos insistem em se apresentar como escassos

No planejamento de campanhas de marketing nas redes sociais, as oportunidades só esbarram na limitação da criatividade da equipe, enquanto os recursos nem sempre são na proporção dessa criatividade. Portanto, é necessário uma avaliação do orçamento disponível para ações de marketing nas mídias sociais para podermos traçar uma campanha realista e factível.

Definição de Funções e Atribuições
Definir quem atuará no projeto (marketing, TI, vendas, etc… ) e quais serão as atribuições. É desejável que os participantes sejam usuários das principais redes sociais e estejam sempre conectados, para captar a essência das ações e com isso colaborar em seu refinamento.
Identificação do Público Alvo

A quem nossa campanha será dirigida? Qual o comportamento desse público e o que buscam na Internet. É importante conhecer o perfil do usuário para que possamos montar uma campanha que crie um laço direto entre a marca e o público, afinal de contas, marketing em redes sociais é fundamentalmente construção de relacionamentos.

Definição da Linha de Comunicação
Definição da linguagem (formal ou informal) a ser utilizada, o público alvo, a abordagem ideal (adotando uma comunicação mais pessoal ou institucional), a periodicidade de atualização (blog corporativo, Twitter, Slideshare ou qualquer outra mídia social) e o tempo máximo de resposta às interações.
Definição das Mídias a Serem Utilizadas
Que mídias sociais serão usadas na campanha. Quais são as mídias sociais que o público alvo costuma utilizar? Que tipo de ferramental digital será necessário para essa atuação? Quando falamos em planejamento de campanhas de marketing em redes sociais não estamos dizendo que é necessário atuar no maior número possível delas, mas sim, naquelas que nosso público-alvo se concentra e é mais ativa.
Criação de Canais
Identificar quais canais de mídia social estão sendo mais usados pelo público-alvo da campanha. Se os usuários gastam a maior parte de seu tempo visitando determinados canais sociais, estar presente nesses canais é essencial. Nessa etapa não só criamos os diversos canais (perfis no Twitter, Páginas no Facebook etc…) como também customizamos a ferramenta e damos início a etapa de SMO – Social Media Optimization dos perfis.

Produção de Conteúdo
Em se tratando de campanhas de marketing nas redes sociais, o conteúdo também é Rei. É a parte mais importante para a sustentação da campanha. Gerar conteúdo é um passo importante para estreitar a relação com essas pessoas, gerar valor, manter todos informados de novidades e mostrar que a empresa é viva, dinâmica e atualizada.

Definição de Monitoramento
Uma campanha de marketing digital sem monitoramento não existe uma vez que se torna impossível mensurar seu retorno. Que ferramentas serão usadas? Quais serão as métricas utilizadas? Definir com exatidão quais as necessidades do monitoramento é essencial para que possamos contratar as ferramentas mais adequadas para atingirmos nossos objetivos.

É importante que as pessoas envolvidas no projeto tenham a noção de que o marketing nas mídias sociais é baseado em relacionamento e isso leva tempo até começarem a aparecer os primeiros resultados. O planejamento de campanhas de marketing em redes sociais envolve também a conscientização dos participantes e principalmente da administração da marca para qual estamos trabalhando.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Veraz tem um novo cliente!


A Veraz acaba de ganhar uma nova conta! A partir deste mês, a agência passa a atender a Uniodonto Porto Alegre.

A Uniodonto Porto Alegre tem 38 anos de atuação como operadora odontológica no RS, com uma rede cooperada de mais de 1.200 cirurgiões-dentistas no estado e 20.000 profissionais em todo o país. A cooperativa também oferece unidades de Pronto Atendimento 24 horas em Porto Alegre, Guaíba e Pelotas.

Vida longa a todos nós!

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Facebook: tire dúvidas sobre o alcance orgânico


Por que o alcance orgânico diminuiu?

Existem duas razões.
A primeira envolve um simples fato: mais e mais conteúdo está sendo criado e compartilhado diariamente. Você mesmo deve ter sentido essa mudança. Apenas há alguns anos, compartilhar momentos e experiências importantes, matérias que você leu e fotos e vídeos de quem você gosta era um processo um tanto trabalhoso. Hoje, graças a dispositivos como os smartphones, muitas pessoas podem compartilhar esse conteúdo com apenas alguns toques na tela.

Agora há muito mais conteúdo sendo produzido do que tempo para consumi-lo. Em média, existem 1.500 histórias que poderiam aparecer no seu Feed de notícias a cada vez que você se conecta ao Facebook. Para pessoas com muitos amigos ou que curtem muitas Páginas, pode haver até 15.000 histórias em potencial em cada acesso à plataforma.

Como resultado, a competição no Feed de notícias — o posicionamento no Facebook onde as pessoas veem o conteúdo de sua família e amigos, assim como o de empresas —está crescendo e se torna mais difícil para cada história ganhar espaço de destaque nesse posicionamento. Além do aumento da quantidade de conteúdo, as pessoas estão curtindo cada vez mais Páginas. Nosso diretor de gestão de produto para o Feed de notícias disse ao site Techcrunch, em abril, que o número total de curtidas de páginas de pessoa cresceu mais de 50% no último ano. Com cada nova curtida, a competição no Feed de notícias aumenta ainda mais.

A segunda razão está ligada ao seu funcionamento. Em vez de mostrar tudo o que é publicado, o Feed de notícias é desenhado para mostrar o conteúdo mais relevante para cada pessoa. Das 1.500 histórias que podem ser vistas a cada acesso ao Facebook, o Feed de notícias mostra aproximadamente 300. Para escolher quais histórias aparecerão, o Feed de notícias as classifica (da mais relevante para a menos relevante) levando em conta diversos fatores relativos à cada pessoa.

No último ano, nós fizemos algumas mudanças importantes para melhorar a maneira como o Feed de notícias escolhe o conteúdo:

Como resultado dessas mudanças, o Feed de notícias se tornou mais envolvente para as pessoas, mesmo que a quantidade de conteúdo publicado tenha aumentado.

Por que não mostrar tudo — cada conteúdo produzido por amigos e Páginas — e deixar as pessoas decidirem o que querem ver?
Muitas plataformas mostram todo o conteúdo em tempo real. Mas esse tempo real tem limitações. As pessoas só tem um período determinado de tempo para ler essas histórias e geralmente deixam passar as que não estão no topo. Isso significa que elas não veem o conteúdo mais relevante para elas.Em nossos testes, nós sempre percebemos que o sistema de classificação do Feed de notícias oferece uma experiência melhor no Facebook. Além disso, com a grande quantidade de conteúdo no Feed de notícias, um sistema de entrega em tempo real provocaria uma queda ainda maior do alcance orgânico das Páginas.


O alcance orgânico está caindo porque o Facebook está tentando ganhar mais dinheiro?
Não. Nosso objetivo é proporcionar a melhor experiência para as pessoas que usam o Facebook. Nós acreditamos entregar a melhor experiência também beneficia os donos de empresas que estão no Facebook. Se as pessoas são mais ativas e envolvidas em histórias que aparecem no Feed de notícias, elas têm mais chances de agir da mesma forma com o conteúdo de negócios.


O Facebook é a única plataforma de marketing que viu queda no alcance orgânico?
Muitas das grandes plataformas de marketing viram uma queda em seu alcance orgânico. Mecanismos de busca online, por exemplo, entregavam uma grande quantidade de tráfego para sites quando foram lançados. Pessoas e empresas se aglomeravam nessas plataformas, e à medida que os serviços cresciam, aumentava a competição pelo ponto mais alto na lista de resultados. Pelo fato de que os mecanismos de busca tiveram que trabalhar duro para mostrar os resultados mais relevantes e o conteúdo mais útil, as empresas viram o alcance orgânico diminuir. 

Enquanto muitas plataformas fizeram uma mudança no alcance orgânico, algumas são mais transparentes que outras sobre elas. O Facebook sempre valorizou relatórios claros e detalhados que ajudam as empresas a ver o que está acontecendo com seu conteúdo. E continuaremos a expandir e melhorar nossas ferramentas de análises. 


Ok, há mais conteúdo agora. Mas qual é a importância de ter mais pessoas curtindo a minha Página? Paguei um bom dinheiro por meus fãs no Facebook e agora eu não posso alcançar a todos. Fãs não valem a pena?


Fãs absolutamente têm seu valor.
- Eles fazem seus anúncios serem mais eficientes. Quando um anúncio tem um conteúdo social — em outras palavras, quando alguém vê que um amigo curtiu sua marca — ele tem, em média, 50% mais chance de ser lembrado e uma alta de 35% nas vendas online

- Fãs também fazem com que seus anúncios no Facebook sejam mais eficientes em nossos leilões. Anúncios com um contexto social são um sinal positivo de sua qualidade e levam aos melhores preços nos leilões

- Você pode usar as informações sobre seus fãs — como onde eles moram, o que curtem e outros interesses — para tomar boas decisões para atingir seus atuais e potenciais clientes

- Fãs podem dar credibilidade ao seu negócioEles podem representar seus melhores clientes, mas é importante notar que eles não representam todos os seus atuais e potenciais clientes. Por exemplo, se a sua concessionária tem 5.000 fãs, eles podem representar apenas uma fração das pessoas que interessam para o seu negócio. Fãs podem te ajudar a atingir seus objetivos de negócios no Facebook, mas tê-los em grande quantidade não deve ser considerado como um objetivo isolado.


Então como eu devo usar o Facebook para meu negócio?
O conteúdo orgânico ainda tem valor no Facebook, e Páginas que publicam um ótimo conteúdo — por exemplo, algo que ensina as pessoas, as entretêm, as faz pensar, ou que adicione valor à vida delas de alguma maneira — ainda podem alcançar pessoas no Feed de notícias. No entanto, antecipar o alcance orgânico é imprevisível. Ter um conteúdo viral raramente corresponde a um dos principais objetivos de negócios. Sua empresa verá mais valor se você usar o Facebook para atingir objetivos específicos, como gerar vendas nas lojas físicas ou impulsionar o download de um aplicativo.

Assim como a TV, mecanismos de buscas, jornais, rádio e qualquer outra plataforma de marketing, Facebook é muito mais eficiente quando as empresas usam mídia paga para atingir seus objetivos. Seu negócio nem sempre vai aparecer na primeira página de um mecanismo de busca, a não ser que você pague para estar nesse espaço. De uma forma parecida, a mídia paga no Facebook permite com que anunciantes alcancem mais pessoas e com muito mais precisão do que o conteúdo orgânico.


Empresas podem ser bem-sucedidas no Facebook?
Claro. Você pode visitar nossa seção Histórias de sucesso para ver exemplos de empresas que estão crescendo com o Facebook.


Como saber se não haverá mais mudanças?
Nós sempre inovamos para beneficiar as pessoas que usam o Facebook. E precisamos ser mais transparentes e úteis para as empresas que anunciam em nossa plataforma. Nós estamos trabalhando para melhor nossa comunicação sobre próximas mudanças de produtos. Por exemplo, em abril nós contamos sobre a reformulação do anúncio da coluna direita que aumentaria o envolvimento e deixaria a criação de anúncios mais fácil. Nós estamos comprometidos em ajudar o seu negócio a crescer e queremos ter a certeza de que você está tendo o melhor resultado de seu investimento no Facebook.


Por Brian Boland, líder do time de marketing de produtos para anúncios. Publicado originalmente no Facebook for Business (Via Adnews)

terça-feira, 17 de junho de 2014

Veraz Digital: liberdade e interatividade


Todos já conhecem a Veraz e os trabalhos da agência junto aos diversos clientes. Mas você conhece a Veraz Digital?
Atuando de forma integrada com a tradicional agência, a Veraz Digital atende empresas, órgãos públicos e entidades, garantindo liberdade e autonomia de gestão digital a cada um dos clientes e construindo soluções inovadoras de publicidade na internet.
Por meio de estratégias de comunicação integrada, nosso trabalho é expandir os efeitos das mensagens e das ações de propaganda e marketing no meio digital. Com os serviços integrados no meio digital e no meio físico, fazemos a sua comunicação funcionar.

Branding digital
A publicidade no ambiente digital se tornou uma opção eficiente e econômica para gerar resultados positivos, construir imagem e atingir o público-alvo. A Veraz Digital desenvolve estratégias e cria soluções interativas com o compromisso de conectar sua marca às pessoas, através de posicionamento, tecnologia, design e gestão de imagem. 

Web design
O site hoje é o principal meio de apresentação de uma empresa ou serviço. A Veraz Digital oferece soluções eficientes em marketing digital utilizando a internet como meio estratégico. Criamos sites, hotsites e microsites modernos e com um conceito livre, dando todo o poder de gerenciamento ao cliente, aliando criatividade com liberdade digital.

Publicidade digital
A Veraz Digital trabalha com todos os tipos e formatos de mídias digitais buscando conquistar o público-alvo, fortalecer a imagem do cliente e aumentar a visibilidade da marca. Buscamos compreender as necessidades dos clientes e apresentar soluções criativas para cada peça publicitária. Planejamento de mídia digital, desenvolvimento de banners, vídeos e peças digitais compõem o arsenal de soluções criativas.

Apresentações
Criamos apresentações de acordo com cada objetivo. Com navegação elaborada, e bem estruturada, compreendemos as apresentações como suporte essencial ao trabalho de vendas, divulgação de ideias e organização interna.

Diagnóstico online
Através das pesquisas online conseguimos fazer um diagnóstico da situação do cliente na rede, gerando insights estratégicos para uma comunicação digital de qualidade. A Veraz Digital também busca verificar quais as tendências existentes dentro do ambiente online, pesquisando informações relevantes do setor e da concorrência.

Curadoria e produção de conteúdo
Publicidade e propaganda na rede é, antes de tudo, gerenciamento de conteúdo. Porque o conteúdo é o que dá base a toda imagem que será construída para os clientes. Na Veraz Digital planejamos, criamos e produzimos conteúdos para as empresas se tornarem relevantes na vida das pessoas. Buscamos estreitar relacionamento entre a marca e o público-alvo, contribuindo para que ele seja verdadeiro e duradouro.

Mídias sociais
Construímos uma relação de confiança entre o cliente e o seu público. Mais do que estar presente nas principais mídias utilizadas pelo público, é preciso saber como aproveitá-las para fortalecer a marca, posicionar no mercado e fidelizar relações. A Veraz Digital auxilia a sua empresa a se estabelecer nas mídias sociais, personalizar a fan page, gerenciar campanhas online, planejar o conteúdo e avaliar metricamente os resultados.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Pesquisa do IAB Brasil indica que publicidade online deve crescer 25% em 2014



(Fonte: Adnews)

Em coletiva realizada hoje, o Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), principal órgão representativo do segmento digital interativo brasileiro, apresentou os dados consolidados de 2013 e projeções de faturamento e crescimento da publicidade digital para 2014, comprovando que o crescimento digital é um caminho sem volta.

No Brasil, o mercado publicitário na Internet em 2013 atingiu 25.9% de crescimento e obteve aproximadamente R$ 5,75 bilhões, consolidando-se como o segundo maior meio em participação no bolo publicitário, ultrapassando jornais e ficando atrás apenas da TV. “O Digital oferece aos anunciantes alta efetividade aliada a ferramentas de mensuração muito poderosas”, afirma Rafael Davini, presidente do IAB Brasil.

As estimativas da entidade apontam que o investimento em publicidade online deve crescer ao menos 25% em 2014 (número que considera display, social media, search e classificados), enquanto no mundo a expectativa é de 27,9%, ou seja, R$ 137,53 bilhões, segundo dados do e-marketer. No Brasil este crescimento deverá movimentar mais de R$ 7 bilhões em compra de mídia projetada.

O IAB já vem observando atentamente o crescente aumento do consumo de internet em toda população brasileira, resultando em profundas mudanças nos hábitos de utilização dos diversos meios. Segundo dados apresentados, 73% das pessoas utiliza regularmente a internet enquanto vê TV, revelando a atualidade do conceito “Second Screen”, e 43% passa pelo menos 2 horas por dia navegando por diferentes canais.

Os dados foram apresentados pelo presidente do IAB, Rafael Davini, junto com os membros da diretoria da entidade: Marcelo Lobianco (VP Executivo), Enor Paiano (VP Executivo Consultivo), Roberto Eckersdorff (VP Executivo Consultivo) e Edgar Aguiar Rosa (VP Financeiro), além de André Zimmermann e Marcos Swarowsky. Na ocasião, a diretoria do IAB também apresentou a metodologia da empresa comScore, líder em tecnologia de internet que mede o que as pessoas fazem enquanto elas navegam pelo universo digital e utiliza estas informações para auxiliar o investimento das empresas no mercado digital.

“O nível de conhecimento produzido pelos comitês do IAB é muito alto. Nossos mais de 200 associados, divididos entre agências, fornecedores e veículos, são as pessoas que estão construindo o mercado digital. Vamos aproveitar cada vez mais esse conteúdo, criando cursos presenciais, e-learning, eventos e ações in company. Duas grandes conquistas já neste ano foram dois novos comitês, o de Anunciantes para discutir dúvidas do setor e o do Rio de Janeiro com a missão de expansão de fronteiras”. afirma Marcelo Lobianco, VP do IAB.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Veraz 17 anos


Ontem, dia 03 de abril, a Veraz completou 17 outonos de trabalho e dedicação para manter nossas relações sólidas com cada cliente. Junto com a agência - representada pelo nosso diretor Paulo Cezar -, os colegas Leidiana e André sopraram velinhas pelo seu aniversário.

Mais uma vez, parabéns para nós, para a Leidiana, para o André, e para todos que nos ajudaram a chegar até aqui!